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Ocupação do imóvel corporativo deve passar por mudanças

Ocupação do imóvel corporativo deve passar por mudanças

Nova realidade na ocupação do imóvel corporativo

Estratégia de ocupação do imóvel corporativo é reavaliada com mais atenção diante do coronavírus. Mudança para escritórios que otimizem o espaço e os custos de ocupação é tendência.

Muitas empresas estão se reinventando nesse momento de crise devido ao novo coronavírus (COVID-19). Não apenas na maneira de ofertar seus produtos e serviços, mas na forma de trabalhar. Algumas adotaram o home office, outras optaram por uma escala reduzida.

Conforme os dias vão passando, os gestores têm observado algumas situações que antes não eram prioritárias. Entre elas, como os escritórios são ocupados pelos seus colaboradores. E isso afeta diretamente o mercado imobiliário corporativo. É justamente sobre esse assunto que o artigo vai tratar.

Tendências da ocupação do imóvel

“Sem querer”, a pandemia do coronavírus tornou-se o momento ideal para as empresas repensarem a estratégia de ocupação dos seus locais de trabalho. Muitas estão chegando à conclusão de que não precisam de um espaço tão grande. Daí a procura por imóveis corporativos de menor escala ou até mesmo compartilhados.

Mas esse não é um movimento que começou agora. Segundo Erik Passos, sócio-diretor da Vizzio – empresa de consultoria imobiliária com foco no mercado corporativo –, a crise apenas precipitou uma tendência que já estava no radar de praticamente todas as companhias.

“A gente vem acompanhando essa mudança de pensamento desde os anos de 2012 e 2013. Alguns processos de consultoria, inclusive, já foram conduzidos e orientados para a redução do espaço, o uso compartilhado, a otimização do local de trabalho e o aproveitamento de áreas colaborativas”, revela.

 

Fator econômico e adaptação

A mudança para espaços menores ou de uso coletivo também está ligada à realidade econômica. Para conter gastos e arcar com os compromissos financeiros, os gestores estão sendo forçados a desligar parte de seus funcionários. E como não há previsão de uma recuperação de faturamento imediata, é inevitável a procura por imóveis corporativos mais acessíveis.

Além disso, com a readequação da rotina, o home office passa a ser uma alternativa interessante – a depender, é claro, da função do colaborador e do nicho de mercado da empresa. Ou seja: determinados serviços não dependem necessariamente da presença da pessoa no local de trabalho (o escritório é o local para trabalhos em grupo; os individuais podem ser remotos).

“A gente deve ter um pico de empresas se movimentando nesse sentido, pois a partir do momento que as pessoas trabalham obrigatoriamente de casa, é possível delinear e medir exatamente o que funciona ou não. E essa é uma dúvida quando se desenha um projeto desse tipo. Agora, na ‘dor’, os gestores vão conseguir delimitar isso e entender o que vai fazer mais sentido”, explica Passos.

 

“Cada caso é um caso”

Apesar de ser uma opção, migrar para escritórios otimizados deve ser avaliado com muita atenção. Afinal, toda mudança impacta nos negócios da empresa. E há situações contratuais relacionadas ao imóvel que precisam ser consideradas. Às vezes, o processo pode sair mais caro do que permanecer no escritório.

Tudo depende da situação da companhia. E, para isso, uma empresa de consultoria imobiliária focada nos usuários – como a Vizzio – pode ajudar na tomada de decisão. Quer saber como? Entre em contato com a nossa equipe!